Since November 9th, the two main arguments against contemporary feminism have emerged in near-exact opposition to each other: either feminism has become too strict an ideology or it has softened to the point of uselessness.
10.2.17
Nos dias de hoje
9.2.17
Zoom and enhance
O Google apresentou recentemente uma técnica de aumentar a resolução de imagens de rostos de 8x8 pixels para 32x32.
8.2.17
Isso me ofende muito
O medo de ofender é tão grande que um novo tipo de editor está surgindo: sensitivity readers que vasculham os livros em busca de ofensas antes da publicação.
Vetores de ideias
Ler ficção é uma atividade considerada benéfica hoje. Mas no século XIX ler era algo perigoso: não eram só os temas dos romances, mas a própria leitura era vista como uma espécie de possessão.
7.2.17
Mas eu tenho mesmo?
Quando o livro não está me agradando, eu insisto. Quando está me fazendo sofrer, eu largo. Tem gente que recomenda nunca abandonar um livro depois de começar a lê-lo.
4.2.17
Contém spoilers
O momento vinte e duas franquias se tornaram perda de tempo - o que não é necessariamente quando "pularam o tubarãp".
3.2.17
Mais tempo, mais dinheiro
Tristan Harris, ex-designer do Google, fundou a Time Well Spent para diminuir o tempo em que ficamos com o nariz enfiado no telefone. Nesse vídeo ele dá algumas dicas interessantes.
Os EUA estão esquecendo seus melhores memes
Memetics, the study of meme theory and application, is a kind of grab bag of concepts and disciplines. It's part biology and neuroscience, part evolutionary psychology, part old fashioned propaganda, and part marketing campaign driven by the same thinking that goes into figuring out what makes a banner ad clickable. Though memetics currently exists somewhere between science, science fiction, and social science, some enthusiasts present it as a kind of hidden code that can be used to reprogram not only individual behaviors but entire societies.
Segurança na rede
A Slate está dando um curso de autodefesa na rede para pessoas que não se preocupam muito com isso.
Pior é acumular bicho
As facilidades criadas pela tecnologia e o baixo preço do armazenamento estão criando acumuladores digitais, que não conseguem apagar uma foto ou e-mail. Tem seus riscos, mas dificilmente vai te matar.
1.2.17
"Ai, minha mão!"
Os monges copistas também reclamavam do seu trabalho e rabiscavam nas margens dos livros.
O melhor Batman das telas, no melhor brinquedo
A abertura de Batman - The Animated Series em stopimotion, usando bonecos de Lego. Cortesia do Stop Motions.
FC para você
A Wired de janeiro é uma edição especial com ficção científica. Entre os autores, Charles Yu e Lydia Millet.
31.1.17
30.1.17
Sobre ativismo e ódio
Há muito tempo eu e outros ativistas e defensores dos direitos humanos alertamos para o perigo do crescimento dos chamados "Social Justice Warriors (SJW)" (Guerreiros da Justiça Social, em tradução livre), os fanáticos que se comportam como seita em "movimentos identitários" dizendo defender causas sociais, mas que se limitam a buscar holofotes e a espalhar ódio - ao mesmo tempo em que prejudicar diversas causas ao afastar aliados e transformar a todos em inimigos.
Comprando livros
Há uma correlação entre a aquisição de livros de papel e riqueza na idade adulta, mas ela não me parece um bom motivo para justificar a sua permanência. Um motivo melhor são as pessoas que não se controlam e compram um monte.
29.1.17
24.1.17
Fim do mundo gourmet
De um hobbie para malucos, se preparar para o apocalipse está virando moda entre os muito ricos. Para mim parece uma mistura de preocupações legitimas, elitismo, abandono da sociedade e fantasias de pode inspiradas em ficção científica.
O homem mais bem informado do mundo
The president of the United States has more access to official secrets than any other human being in the country—and the potential to know more about the world than anyone else on the planet. And on January 20, the person being handed access to all of those secrets will be Donald J. Trump.
23.1.17
22.1.17
Neandertal também é gente
Novas descobertas - e menos má vontade - indicam que os neandertais eram mais humanos do que pensávamos.
É muito Black MIrror, meu!
Creepypasta aspires to be urban legend: dark social memes with just enough familiarity to give a frisson of awful possibility.
Lógicas
Um texto muito bom sobre o significado e propósitos da disciplina conhecida como lógica, dos gregos até hoje.
Roboôs são pessoas
A União Europeia está considerando como tratar robôs num futuro próximo - o que é ótimo. Mas as recomendações são bem questionáveis.
21.1.17
19.1.17
Finalmente!
O Wikihow é um dos sites mais doidos que existem, como comprovam esses tutoriais para conquistar uma gótica ou agir como uma sereia na escola.
A culpa da vitima
In my experience, having worked with a lot of victims and people around them, people blame victims so that they can continue to feel safe themselves. I think it helps them feel like bad things will never happen to them. They can continue to feel safe. Surely, there was some reason that the neighbor’s child was assaulted, and that will never happen to their child because that other parent must have been doing something wrong.
16.1.17
Perigo
Como sinalizar para humanos de futuros distantes os perigos do lixo nuclear enterrado? A mais letal e duradoura herança da nossa civilização.
Spoiler: não são superpoderes
O que acontece se alguém enfiar a cabeça em um acelerador de partículas? Os resultados são decepcionantes.
Mercado literário
Charles Dickens was paid by the word. This was junior high, we were reading A Tale of Two Cities, and this fact, when it was first uttered, raced like a rumor through the classroom, overtaking everything. Suddenly, every other word in Dickens’s novel seemed like unnecessary padding, every sentence overstuffed, wasteful, filled with excessive detail. It didn’t matter that A Tale of Two Cities is among Dickens’s shorter novels; once we’d been introduced to the economy of writing, everything was tainted.
Disciplina obrigatória
Siga essa ementa para aprender a detectar e se defender das merdas ditas pelas pessoas e nos media.
15.1.17
Por histórias em quadrinhos no Jabuti
A ideia de uma categoria par quadrinhos no Jabuti ganhou alguma força com um abaixo-assinado e as matérias que se seguiram - incluindo uma onde escritores vencedores do prêmio dizem quem poderia ter levado na categoria hipotética.
14.1.17
Gotham City, 1992
Trechos da bíblia de Batman: The Animated Series - uma das melhores séries de animação de todos os tempos.
13.1.17
12.1.17
Só sucesso
Como com praticamente todas as cidades-sede, as Olimpíadas não foram um bom negócio para o Rio: mal se passaram seis meses e tudo já está se estragando.
História alternativa
Se os gênios que conhecemos - Einstein, Darwin, Newton - não tivessem feito suas descobertas, alguém as teria feito? Quem?
A pergunta do ano
Todo ano a Edge faz uma pergunta a cientistas e pensadores. Em 2017, a pergunta é "Que conceito ou termo científico deve ser mais amplamente conhecido?"
10.1.17
Depois do fim do mundo
Tom Gauld transporta os ensinamentos de Marie Kondo para o mundo pós-Apocalipse.
Linguagem corporal
Às vezes observar os frequentadores é tão interessante quanto observar as obras em um museu.
Poesia de graça
O projeto Leve um Livro distribuiu miniantologias de 48 poetas contemporâneos em diversos pontos de Belo Horizonte em 2015 e 2016.
9.1.17
Esse trecho foi uma surpresa
Mariana me diz olá quando chego, sem interromper o jogo.Como se Estivéssemos em Palimpsesto de Putas, página 106.
Fez amizade com um grupo de garotos mais novos do que ela. Um pouco mais novos. Jogam RPG na escada do edifício nos fins de semana. Mariana traz cartas de Magic com ela, quando vem pra o apartamento. Traz uns bagulhos, nada a que ela dê muito valor, e mais o pacote de cartas, embrulhadas cuidadosamente em lenço de seda. Gael não tem licença de mexer nas cartas.
"Pode estragar."
São lindas.
Departamento de Aquisições
7.1.17
Uma perspectiva interessante
De uma perspectiva kantiana, o desejo sexual é errado. Por isso ele morreu virgem. (Sócrates discordaria.)
Eu disconcordo
Rather than use our best thinking to reach the truth, we use it to find ways to agree with others in our communities.
“The process is called biased assimilation,” says Kahan. “People will selectively credit and discredit information in patterns that reflect their commitment to certain values.”
3.1.17
Contabilidade
Segundo o boletim anual do Pocket, eu li um pouco mais de três milhões de palavras no app em 2016 - que eles afirmam equivaleriam a 65 livros. Fico pensando se é bom negócio, mas fosse diferente este blog seria outro.
2.1.17
Fecho em US$50 mil anuais
Quatro americanos que vão da pobreza ao milhão de dólares anuais comentam as dificuldades e prazeres que vêm da sua renda.
29.12.16
Inflação
Por algum motivo, algumas listas de melhores do ano passaram a ter quinze itens - a exemplo dessa, de melhores quadrinhos do ano. Essa outra, do Guardian, se manteve nos tradicionais dez itens.
Do que li em 2016 - mas não necessariamente publicado este ano - alguns destaques foram Vision, Injection, Giant Days, Starve, Superman: Secret Identity, Wonder Woman: The True Amazon, Here, Bulldogma e Copra.
Do que li em 2016 - mas não necessariamente publicado este ano - alguns destaques foram Vision, Injection, Giant Days, Starve, Superman: Secret Identity, Wonder Woman: The True Amazon, Here, Bulldogma e Copra.
24.12.16
Japoneses que evaporam
No Japão, o número de pessoas que se desaparecem é significativo: cem mil por ano.
17.12.16
Ética e racionalidade
Modern moral philosophers have shied away from two essential aspects of this ancient and medieval conception of the good life: (1) its basis in a normative account of human nature; and (2) its understanding of that nature as essentially constituted by the political community and therefore oriented towards the common, rather than private, good. This is no accident. Once we lose the idea that we are naturally ordered toward political life together we also lose a clear justification for a robust conception of the common good in our understanding of the good life and the proper political order.
16.12.16
Comidinhas
A moda japonesa de fazer comidas de verdade em versões minúsculas, de preferência usando ingredientes e instrumentos igualment reduzidos.
14.12.16
As palavras têm significados! Mais ou menos
A imprecisão da linguagem traz consequências para diversos campos do pensamento humano, mas cria excelentes oportunidades de discussões sem fim.
Ler ficção pode nos aperfeiçoar moralmente?
The genre I think about most, the realist novel, developed special methods to allow the reader to experience what it is like to be someone else. When one reads a great novel, one enters directly into the experience of other individuals. In his Theory of Moral Sentiments, Adam Smith, who regarded sympathy for others as a universal human trait and essential to morality, pointed out that we are barred from ever experiencing the thought and feelings of another person. We can only infer them. Some fifty years later, Jane Austen invented a technique for allowing us to enter into the process of another person’s thoughts, and in so doing she in effect invented the realist psychological novel.
13.12.16
Culpa do YouTube
Por que não existe um romance que represente a geração Millenial? Porque a cultura é fragmentada, porque é uma geração ainda jovem para refletir sobre suas experiência de forma consequente, porque escreveram no Snapchat e apagaram.
E mesmo assim Garfield e Hagar continuam
Uma história das tiras de quadrinhos, com foco nas inovações e possibilidades das tiras na Web.
11.12.16
Domingo em Família
Essa história de Boulet é uma ótima preparação psicológica para as festas de fim de ano em família.
10.12.16
Virais
A GQ selecionou os dez vídeos virais do ano (em inglês). O meu preferido da seleção é uma dupla de pai e filho abrindo o chocalho de uma cascavel para ver o que tem dentro.
9.12.16
8.12.16
Sua opinião não vale nada
If ‘everyone’s entitled to their opinion’ just means no one has the right to stop people thinking and saying whatever they want, then the statement is true but fairly trivial,” Stokes writes. “But if ‘entitled to an opinion’ means ‘entitled to have your views treated as serious candidates for the truth’ then it’s pretty clearly false.”
É de mentirinha
É possível celebrar datas religiosas sem acreditar nelas de verdade, mas por uma questão de gosto? O ficcionalismo religioso diz que sim.
3.12.16
Abuso sexual não é exclusividade masculina
Uma série de novas pesquisas indica que o abuso sexual por mulheres é muito mais comum do que sugerem os esteriótipos de gênero. Inclusive estupro.
2.12.16
HQ Verde e Amarela
Uma das coisas que mais aprecio no quadrinho independente nacional é a cor. Dos lançamentos dos últimos anos, ela nunca decepcionou. Comprei uma de super-heróis em molde americano (terrível, não sei por que comprei) e as cores estava excelentes. Comprei pseudomangá europeu (pode isso?) e gostei muito, mas as cores estavam impecáveis. Funcionalismo público sobrenatural:, abriu mão da policromia para usar uma única cor além do preto e funcionou muito bem. Comprei um gibi que me lembrou muito Repeteco e nossa! E muitos outros. Estão de parabéns.
Isso me veio à mente vendo os gibis de uma nova editora americana, a Black Mask. Até agora nada que se destacasse pelo roteiro ou arte, mas as cores... As cores são uma merda. Dão a clara impressão de um gibi de segunda categoria. Algo claramente feito sem muita reflexão ou cuidado.
Falamos muito no roteiro e nos temas, mas acho que o maior salto dos quadrinhos nos últimos trinta anos foram as cores e a impressão. Para mim, é praticamente impossível ler uma hq de linha antiga em scans ou na publicação original da época. As linhas indefinidas, as retículas enormes e vazando me agridem.
Claro, existem exceções que contornaram as limitações tecnológicas ou as abraçaram. Acho o trabalho feito em Watchmen, com aquelas cores secundárias nojentas, excepcional. E amo as cores dementes da primeira colorização de A Piada Mortal (a segunda versão, muito realista, não me agrada tanto). Sem falar em American Flagg.
Então, quadrinistas, pense bem se não vale mais a pena ficar no preto e branco ou nos tons de cinza em vez de cores porcaria!
Isso me veio à mente vendo os gibis de uma nova editora americana, a Black Mask. Até agora nada que se destacasse pelo roteiro ou arte, mas as cores... As cores são uma merda. Dão a clara impressão de um gibi de segunda categoria. Algo claramente feito sem muita reflexão ou cuidado.
Falamos muito no roteiro e nos temas, mas acho que o maior salto dos quadrinhos nos últimos trinta anos foram as cores e a impressão. Para mim, é praticamente impossível ler uma hq de linha antiga em scans ou na publicação original da época. As linhas indefinidas, as retículas enormes e vazando me agridem.
Claro, existem exceções que contornaram as limitações tecnológicas ou as abraçaram. Acho o trabalho feito em Watchmen, com aquelas cores secundárias nojentas, excepcional. E amo as cores dementes da primeira colorização de A Piada Mortal (a segunda versão, muito realista, não me agrada tanto). Sem falar em American Flagg.
Então, quadrinistas, pense bem se não vale mais a pena ficar no preto e branco ou nos tons de cinza em vez de cores porcaria!
1.12.16
30.11.16
O Melhor do Quadrinho Brasileiro em 2016
O XXX Quadrinho Brasileiro de 20XX tinha a proposta de ser uma coletânea anual com trechos do melhor da hq brasileira de cada ano, selecionados por editores convidados (algo parecido com The Best American Comics). A editora naufragou e a série não foi adiante - mesmo ganhando um HQ Mix. O editor convidado da primeira edição, Érico Assis, tomou novamente a tarefa em suas mãos em forma de post de blog.
Confio bastante na seleção do Érico e sei que ele não gosta de cultivar o que é obscuro. Então me pergunto por que vi tão pouco desse material por aí? Edições tão pequenas que não chegam às lojas? Falta de interesse das livrarias? Ou uma cena independente vital, mas que dribla o leitor que não for extremamente dedicado? Fica a pergunta.
Confio bastante na seleção do Érico e sei que ele não gosta de cultivar o que é obscuro. Então me pergunto por que vi tão pouco desse material por aí? Edições tão pequenas que não chegam às lojas? Falta de interesse das livrarias? Ou uma cena independente vital, mas que dribla o leitor que não for extremamente dedicado? Fica a pergunta.
Em português se pronuncia "gibi"
Estaria na hora de aposentar o termo graphic novel? Acompanha uma obrigatória revisão da origem.
29.11.16
A ficção molda o mundo
Trinta e um termos fundamentais da ficção centífica e sua origem. De bônus, termos que parecem ter vindo da comunidade científica, mas também apareceram na ficção.
Amaldiçoado seja
Na falta de tarjas magnéticas que disparam um alarme, proteja sua biblioteca com maldições. É fácil, tradicional e barato.
28.11.16
America
Miss America, mais uma heroína muito minoritária da Marvel, com uma roteirista também minoritária. E o melhor, não é versão de um personagem clássico.
Depois do PETA, o PETOR
Direitos animais já sao bastante complicados. E agora tem gente discutindo direitos de robôs ainda hipotéticos. Em minha opinião, precisamos manter duas coisas em mente: 1. Direitos não dependem de consciência nem implicam em personhood.2. Qualquer direito que estabeleçamos devem ser em função das criaturas protegidas por eles, não dos nossos sentimentos - ou seja, decisões racionais e universalizáveis, não baseadas em "empatia".
26.11.16
O Peso da Consciência
Uma conversa com o psicólogo e filósofo Riccardo Manzotti, em busca de uma definição de consciência. Num tópico muito próximo, uma entrevista sobre o nosso constante monólogo interno.
Departamento de Aquisições: Festa do Livro da USP
Muito antes da moda da Black Friday aportar no Brasil, fim de novembro ou início de dezembro é tempo de bagaceira nas finanças aqui em casa. É que acontece a Festa do Livro da USP, com mais de cem editoras vendendo com descontos de no mínimo 50%. Se eu tenho problemas para me conter durante o ano, nesses dias não tem conversa. É o momento em que eu compro títulos sobre os quais eu tinha alguma curiosidade, os que adio durante o ano esperando a feira, volumes caros, faço compras por impulso e tento resolver os presentes de natal. Ano passado eu comprei tanta coisa que faltou força na perna para entrar no ônibus na hora de ir embora. Este ano foram quinze livros, mais presentes de natal e encomendas. Em vez das costumeiras fotinhos, vai só uma lista.
Persépolis
Mulherhomem
Hitomi
Violent Cases
O Castelo Adormecido
Inquérito Policial - Família Tobias
Pornopéia
O Mito de Sísifo
A Queda
O Sumiço
Dias de Abandono
Trinta e Poucos
O Que o Dinheiro Não Compra
Contra a Perfeição
A Ética da Autenticidade
Ética Urgente
Orientalismo
Como a Mente Funciona
24/7 - Capitalismo Tardio e o Fim do Sono
Persépolis
Mulherhomem
Hitomi
Violent Cases
O Castelo Adormecido
Inquérito Policial - Família Tobias
Pornopéia
O Mito de Sísifo
A Queda
O Sumiço
Dias de Abandono
Trinta e Poucos
O Que o Dinheiro Não Compra
Contra a Perfeição
A Ética da Autenticidade
Ética Urgente
Orientalismo
Como a Mente Funciona
24/7 - Capitalismo Tardio e o Fim do Sono
23.11.16
Capsulas do tempo digitais
Antes da Internet, existiam os BBSs. Alguns poucos continuam em atividade, preservando uma experiência on-line bem diferente.
Cem mil palavras
A Time selecionou as cem fotos mais influentes do mundo. Política, esportes, moda - enfim, história - congelados em momentos.
Erro no sistema
Processos automáticos têm cada vez mais peso em nossas vidas. Por isso é preciso pensar em formas de prestação de contas para algoritmos.
InterNyet
Pouco depois que os americanos criaram a Arpanet, os soviéticos tentaram criar uma rede de computadores com usos civis para agilizar o comunismo. Não deu em nada, mas a história é boa.
19.11.16
Para todas as polianas do mundo
Há um lado bom em ficar doente? Que tal a possibilidade de aperfeiçoamento moral? Esse texto explora essa ideia e como ela pode ser opressiva para quem está doente.
17.11.16
Steve Ditko has a cold
Um ótimo perfil de Steve Ditko, cocriador do Homem-Aranha, Dr Estranho e do Questão.
16.11.16
Departamento de Aquisições: I Feira Des.Gráfica
Feiras de publicações independentes são algo que me deixam muito ambivalente: se, por um lado, tem muita coisa interessante, por outro tudo é meio caro, acabo gastando demais e saio com a impressão de que não comprei praticamente nada. Ontem eu fui à Des.Gráfica, no MIS paulistano. Quase não fui porque estou tentando economizar para gastar tudo na Festa do Livro da USP, mas acabei não resistindo.Muito expositores de várias partes do país, muita coisa boa e muita tranqueira - tipo livrinhos com fotologs mal impressos. É sempre uma agonia folhear as publicações e decidir comprar ou não sobre os olhos do autor, mas ainda assim deu para trazer algumas coisas para casa.
Mais do que o conteúdo, o que me chama atenção nessas feiras é a variedade de formatos das publicações. Um que gosto bastante são aqueles quadrinhos pequenos, do tamanho dos gibizinhos da Mônica que foram publicados há uns anos (décadas?). Comprei os dois últimos lançamentos da coleção Ugrito, da Ugrapress, assinados por Chiquinha e Pedro D'Apremont.
Depois de alguma dúvida, escolhi Velhos Hotéis Passam Cinema Mundo (Guazeli), um volume da Coleção Mil, do selo Cachalote. Essa coleção tem como diferencial publicação de quuadrinhos sem palavras, com impressão e preto sobre papel colorido, em edições limitadas a mil cópias. Do mesmo stand, arrastei para casa o terceiro volume de O Beijo Adolescente, de Rafael Coutinho.
Também comprei alguns exemplares de Penúltimas Espécies. Cada número traz um único conto curto e Felipe Rodrigues, com capa ilustrada em cores e papel pesado. Não tem como negar que é muito caro pela quantidade de texto, as a solução encontrada para o problema de publicar uma única história sem ficar com cara de panfleto atraiu minha simpatia. Também comprei uma coletânea minúscula dele, Microcontos Fantásticos.
Encontrei algo que estava querendo e enrolando para encomendar, o livro Valfrido?, experimento de literatura em folhetos de Gustavo Piqueira com a Lote 42. O livro é algo como um registro do experimento original, coleção dos textos publicados e fac-símile dos panfletos.
Em formatos mais tradicionais, comprei o zine de quadrinhos Lo-Fi e a história em quadrinhos Chance (Polvo Rosa Books) desenhada por Samanta Flôor e escrita por Diogo Cesar. O amigo e desenhista Bruno Marcello me deu uma cópia do seu caderno Era de Noite e Não Podi Olhar Seu Desenho.
Mais do que o conteúdo, o que me chama atenção nessas feiras é a variedade de formatos das publicações. Um que gosto bastante são aqueles quadrinhos pequenos, do tamanho dos gibizinhos da Mônica que foram publicados há uns anos (décadas?). Comprei os dois últimos lançamentos da coleção Ugrito, da Ugrapress, assinados por Chiquinha e Pedro D'Apremont.
Depois de alguma dúvida, escolhi Velhos Hotéis Passam Cinema Mundo (Guazeli), um volume da Coleção Mil, do selo Cachalote. Essa coleção tem como diferencial publicação de quuadrinhos sem palavras, com impressão e preto sobre papel colorido, em edições limitadas a mil cópias. Do mesmo stand, arrastei para casa o terceiro volume de O Beijo Adolescente, de Rafael Coutinho.
Também comprei alguns exemplares de Penúltimas Espécies. Cada número traz um único conto curto e Felipe Rodrigues, com capa ilustrada em cores e papel pesado. Não tem como negar que é muito caro pela quantidade de texto, as a solução encontrada para o problema de publicar uma única história sem ficar com cara de panfleto atraiu minha simpatia. Também comprei uma coletânea minúscula dele, Microcontos Fantásticos.
Encontrei algo que estava querendo e enrolando para encomendar, o livro Valfrido?, experimento de literatura em folhetos de Gustavo Piqueira com a Lote 42. O livro é algo como um registro do experimento original, coleção dos textos publicados e fac-símile dos panfletos.
Em formatos mais tradicionais, comprei o zine de quadrinhos Lo-Fi e a história em quadrinhos Chance (Polvo Rosa Books) desenhada por Samanta Flôor e escrita por Diogo Cesar. O amigo e desenhista Bruno Marcello me deu uma cópia do seu caderno Era de Noite e Não Podi Olhar Seu Desenho.
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